
Com a cidade nos pés, rápido, rápido!
Na pele o tesão transbordante, a hiperestesia, as vitaminas.
Há graça demais nas garrafas d’água pra que eu aceite esses soníferos.
Ela está nas pernas que correm de madrugada e na minha face diante de teu cansaço. Tu, homem. Tu, machista. Tu, fraco.
Cafajestada, meus amigos, combina com uma dança quebrada e veloz. O chope que nem chegue. Tão bom assim sem ele! Tanta derrota nos que vieram da bebedeira!
Bem! Muito bem de domingo a domingo. Principalmente na noite de sábado. Principalmente na hora que eu quero.
Eu sinto muito, meu amigo, as coxas, as bundas, os seios e vaginas. Sinto sem desperdício.
Beba, durma, vomite! Tchau!
Um ano sem álcool. Melhor pra namorar, melhor pra sair solteiro.




