Costa de Souza

Hiperestesia é um feLômeno da criatividade!

Setembro 30, 2007 · 7 Comentários

sem-alcool-faiche2.jpg

 

 

Com a cidade nos pés, rápido, rápido!

Na pele o tesão transbordante, a hiperestesia, as vitaminas.

Há graça demais nas garrafas d’água pra que eu aceite esses soníferos.

Ela está nas pernas que correm de madrugada e na minha face diante de teu cansaço. Tu, homem. Tu, machista. Tu, fraco.

Cafajestada, meus amigos, combina com uma dança quebrada e veloz. O chope que nem chegue. Tão bom assim sem ele! Tanta derrota nos que vieram da bebedeira!

Bem! Muito bem de domingo a domingo. Principalmente na noite de sábado. Principalmente na hora que eu quero.

Eu sinto muito, meu amigo, as coxas, as bundas, os seios e vaginas. Sinto sem desperdício.

Beba, durma, vomite! Tchau!

Um ano sem álcool. Melhor pra namorar, melhor pra sair solteiro.

 

Categorias: Outros posts

7 respostas Até agora ↓

  • andre pinheiro // Setembro 30, 2007 às 6:10 pm

    aí, Daniel.
    valeu pela visita lá no meu blog.
    o teu também está bem legal.
    cara, tua arte está cada vez melhor.
    parabéns e um abraço.

  • dante // Outubro 1, 2007 às 2:29 am

    entendi, e entendi até pq tem gente q não gostou ….

    sou um derrotado mesmo, e um brocha …
    o chope , que chegue, eu vou dormir na calçada de novo .

  • Fábio Ricardo // Outubro 1, 2007 às 4:31 pm

    Isso aí rapaz! Ninguém precisa de alcool pra se divertir. Tu provou isso no sábado, não provou?
    Entonces, aí é que tá!

  • Diego! // Outubro 2, 2007 às 12:36 pm

    Eu preciso! Mas isso eh outro papo…eu tenho problemas, sou doente e mantenho aquela aura de doido bebado do mal!

    Alias, sensacional o desenho!
    Brothers in pencil!

  • costadessouza // Outubro 3, 2007 às 3:04 am

    Ora ora! Pessoal concorda!

    Vamos lá, Dante! Depois que começares a reduzir o álcool, vais ver que não precisas dele.

  • dante // Outubro 5, 2007 às 10:06 pm

    … não sou eu que preciso dela …

    é ela que precisa de mim …

    e já que estamos na oktober … dormiremos ali abraçados , sentindo falta da velha grama do pavilhão A …

    essas semanas não vou nem ouvir o barulho das matriciais

  • Mrs. Blue Eyes // Outubro 7, 2007 às 4:59 pm

    Álcool, sonífero, fuga da realidade fria, das noites quentes que sem ele se incendeiam sem queimar..
    Quão melhor enxergar as coisas da forma que elas se apresentam, as texturas, as cores, os sabores, a plenitude de cada gesto espontâneo, sem o refreamento da vergonha ou do pudor pelo simples fato de eles inexistirem.
    Sim, a vida é muito mais que um copo de cachaça ou uma loira gelada.

Deixe um comentário