Costa de Souza

Inédita

Novembro 26, 2007 · 6 Comentários

mona-11-07-500.jpg

Eternidade esse cabelo nos dedos, teu peso nos ombros assim bom de carregar, teu ir sozinha até ali pertinho e voltar pra mim

Teu sim teu sim teu sim, eu sou. 

Tudo meu onde mexeres há de ser ineditável.

Porque deste agora pra escrever-me cartas e contar segredos. Como se eu pudesse guardar pra sempre o que restar depois de ti.

Sou teu.

Porque guardas de mim até o que eu desconheço, pra contar pro meu biógrafo.

Inédita e eterna. 

Categorias: As indecorosas

6 respostas Até agora ↓

  • Fábio Ricardo // Novembro 26, 2007 às 12:24 pm

    que venha a série!

  • everaldoygor // Novembro 26, 2007 às 1:22 pm

    Belo blog
    Bela prosa poética… Composição e lirismo.
    Abraços
    Everaldo Ygor
    http://outrasandancas.blogspot.com/

  • larissaguerra // Novembro 28, 2007 às 11:21 pm

    Ai adorei essa idéia!!

  • Ana D // Novembro 29, 2007 às 12:01 am

    Belíssima forma de escrever e a imagem é contagiante rs…Achei tudo tão original moço !

  • monalisa // Dezembro 3, 2007 às 9:23 pm

    Daniel … tenho manias, manias de todos os tipos, mania de dançar na chuva, de combinar vermelho com azul … mania de dançar ao som de Caetano ou de maracatu … tenho mania de ser lua, de ser verde, amarela ou azul, de usar anéis de coco e brincos de crochê, saias de renda e pulseiras de conta … sou perdida, solta e assim desse meu jeito com essas minhas manias, entrei Indecorosa, inétida … me vejo aqui, Alice … e te deixo as cartas, os e-mails, as borboletas, minha bagunça no teu cabelo, meu vento no teu peito …

    és inédito nos meus poemas, nas minhas cores, nas minhass valsas desafinadas, de quem só sabe dançar ciranda …

    és parte da minha mania de amar gente diferente, gente que se permite, que experimenta, és o desenho da minha mania de amar gente fantástica, criativa e inétida …

    te amo !

  • camila // Janeiro 7, 2008 às 12:30 am

    lin-do!

Deixe um comentário